Um pouco mais sobre a Doutrina Espírita...


Mensagem Para o Dias das Mães - Amo você...

Desde que eu era um feto em seu ventre
Desde que eu sou alguém em seu lar
Desde que você é minha mãe
Desde que aprendi a te respeitar.

A vida é um sonho gostoso
Se você está ao meu lado
Um sonho Maravilhoso
Sempre vivo em meu passado
Agora vem o presente
E eu queria lhe dizer Mãezinha do meu coração
Que eu amo você...



Escrito por Vinicius Regis às 17h59
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A Criança e Deus - Mensagem do Dia das Mães

Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:
“Disseram que estarei sendo enviado para a terra amanhã....., como vou viver lá?”

E Deus disse:
“Entre muitos anjos, Eu escolhi um especial para cuidar de você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.”

Mas me diga, diz a criança:
“Aqui no céu eu não faço nada, além de sorrir e cantar, o que para mim é suficiente.”

E Deus respondeu:
“O seu anjo cantará e sorrirá para você...... A cada dia e a cada instante, e você sentirá o amor do seu anjo, e será feliz.”

A criança:
“Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?”

Deus respondeu:
“Com muita paciência e muito carinho, o seu anjo lhe ensinará a falar.”

Então a criança perguntou:
“E o que farei quando sentir saudades e quiser falar com você?”

Deus respondeu:
“Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.”

A criança:
“Eu ouvi dizer que lá na Terra existem homens maus, quem me protegerá?”

E Deus respondeu:
“Seu anjo lhe defenderá mesmo que isso signifique arriscar a sua própria vida.”

A criança:
“Mas eu serei sempre triste porque não te verei mais!

Deus:
“O seu anjo sempre lhe falará de mim, lhe ensinará a maneira de vir até Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.”

Nesse momento havia muita Paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.

A criança apressada, pediu suavemente:
“Oh Deus, se estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor qual o nome do meu anjo?”

E Deus respondeu:
“VOCÊ O CHAMARÁ DE MÃE !!”



Escrito por Vinicius Regis às 17h56
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Como o Espiritismo chegou ao Brasil?

Os fenômenos mediúnicos atraíram os brasileiros desde muito cedo. Já em 1853, apenas cinco anos depois de as irmãs Fox assombrarem os Estados Unidos com sua mediunidade, pequenos grupos de estudiosos começaram a se formar no Rio de Janeiro, que abrigava na época a corte de Dom Pedro II. De início restrito à gente ilustrada, que sabia francês e recebia notícias frescas da Europa, como o Visconde de Uberaba e o Marquês de Olinda, aos poucos o Espiritismo vai revelar a vocação de serviço à causa popular que marcaria sua atuação no Brasil.

O primeiro agrupamento formal surgiu não no Rio de Janeiro, mas em Salvador, na Bahia, em 1865. "A Bahia é o berço do Espiritismo nas terras brasileiras", comenta o presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), Juvanir Borges de Souza.

Em julho de 1869, três meses depois da morte de Allan Kardec, saía o primeiro periódico espírita, com o sugestivo nome de Eco d´Além-Túmulo. E o antropólogo David J. Hess, em seu livro Spirits and Scientists: Ideology, Spiritism and Brazilian Culture, informa que quatro anos mais tarde seria fundada no Rio de Janeiro a Sociedade de Estudos Espíritas, de onde o Espiritismo cresceria para se tornar a grande religião com a qual Kardec havia sonhado.

Bastante desse impulso foi dado por um médico cearense, que muita gente chama de O Segundo Kardec: Bezerra de Menezes. Nascido em 1831, Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti foi, além de médico, político e empresário. Converteu-se ao Espiritismo em 1886 e desde aí não parou de lutar para que a doutrina se organizasse e superasse as divisões internas. Durante sete anos escreveu centenas de artigos para o jornal O Paiz, na época o mais lido do Brasil. Em 1893, quando o governo fechou todas as sociedades espíritas, seus artigos foram proibidos. A situação era grave. Mas no ano seguinte a medida foi revista e o nome de Bezerra foi escolhido para ocupar a presidência da Federação Espírita do Brasil e reorganizar a doutrina kardecista no país. O que, de fato, ele fez até morrer, em 1900.

"A doutrina espírita cresceu em importância no Brasil desde sua chegada da França e hoje é parte integral da vida brasileira em todas as classes sociais. E a influência de Kardec pode ser avaliada pelo fato de o movimento ser conhecido também como Kardecismo, até como uma forma de distingui-lo de outras religiões mediúnicas, como a Umbanda e o Candomblé, de origem africana", explica David Hess.

Para Allan Kardec, o Espiritismo era uma ciência, uma filosofia e uma religião. Mas no Brasil o aspecto religioso é cada vez mais forte, segundo o presidente da FEB. E é isto que explica o enorme envolvimento de toda a comunidade espírita nos projetos sociais.

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Retirado do site Árvore do Bem.



Escrito por Vinicius Regis às 17h54
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Os espíritos interferem na nossa vida?

Quando Allan Kardec fez esta pergunta aos Espíritos, a resposta foi contundente: "Com freqüência, são eles que nos dirigem". Os Espíritos estão por toda parte à nossa volta. São amáveis ou briguentos, bons ou maus, sérios ou brincalhões, exatamente como nós. Os estudiosos do Espiritismo garantem que, ao contrário do que ocorre nos filmes de terror, não existe a possibilidade de um Espírito tomar o lugar de outro para usar o seu corpo. Mas isso não os impede de exercer sua influência sobre nós.

Os Espíritos se aproximam uns dos outros em função de suas afinidades. É essa sintonia que permite a comunicação deles conosco. "Espíritos inferiores que querem nos induzir ao mal, o fazem sempre se aproveitando das circunstâncias em que nos encontramos", analisa o físico Wladimir Sanches, autor do livro A influência dos Espíritos no nosso dia-a-dia. Assim, se você estiver bem consigo mesmo e com a alma limpa de sentimentos de raiva, vingança ou inveja, muito provavelmente vai atrair Espíritos igualmente bons para sua companhia; e seus bons conselhos vão orientá-lo na vida. Mas o contrário também é verdadeiro e os centros espíritas estão cheios de gente cercada por Espíritos ruins, que provocam sofrimento e desequilíbrio emocional.

Para o Espiritismo, temos duas famílias, uma espiritual e outra biológica. Quando o Espírito parte para reencarnar-se na Terra, um dos membros dessa família se propõe a acompanhá-lo em pensamento, para lhe dar apoio, ajudá-lo nos momentos difíceis e lembrá-lo de sua missão. O professor Sanches explica que a influência positiva do Espírito protetor nos acompanha do nascimento até a morte. Apesar de estar no mesmo plano que nós na escala da evolução, ele é sempre um pouco mais evoluído, pelo menos o suficiente para cuidar de nós, com o carinho de um amigo. E é ele que, no final da nossa caminhada, vai nos receber de volta no mundo dos Espíritos.

O que sentem os médiuns? Irene Wenzel Gaviolle não é apenas uma médium. Há quinze anos dedica-se a estudar os fenômenos mediúnicos. E durante boa parte desse tempo sua tarefa na Federação Espírita de São Paulo foi orientar novos médiuns. Segundo ela, a primeira coisa que os candidatos a médium precisam aprender é a relaxar. Depois, vêm as técnicas de concentração. "No início é muito difícil", conta, "mas no final do curso é como se eles conseguissem entrar dentro de uma caixa de si mesmos e, nesse estado, se alguém tocar uma corneta na sala eles não ouvem. Estão completamente absorvidos".

Irene explica que esse "aprendizado" leva em geral cerca de dois anos. No final desse tempo, os "alunos" já desenvolveram pelo menos um tipo de mediunidade.

"No início de cada sessão fazemos uma oração", conta com voz tranqüila esta mulher alta e bonita, descendente de austríacos. "Isto ajuda a entrar na freqüência adequada para atrair Espíritos superiores, ou seja, mais evoluídos. Os Espíritos se comunicam comigo através da psicofonia. Eu escuto internamente o que eles dizem. O que é fascinante neste trabalho é a sensação de absoluta disponibilidade. Você está lá, inteiramente, e pronto. O que não quer dizer que você perde a consciência. O tempo todo você sabe o que está acontecendo".

"Cada sessão é um exercício de generosidade e, não sei se por causa disso, você sente um enorme bem-estar físico depois", conclui Irene, com um sorriso.

Irene é psicóloga e já deu várias palestras sobre mediunidade. Seu objetivo é mostrar para as pessoas que é possível falar de Espiritismo de uma forma científica e atual, sem abrir mão do aspecto religioso. Hoje, ela e o marido, Norberto, dedicam boa parte do seu tempo à União das Sociedades Espíritas de São Paulo. Ela dá algumas dicas bem-humoradas para você perceber quando existe um Espírito bom na sua vida.

- Preste atenção naquelas boas idéias, impulsos generosos e insights que surgem do nada e quando você menos espera.

- A presença de bons Espíritos à nossa volta nos enche de entusiasmo e de coragem, fique alerta para perceber essas vibrações.

- Cuidado com idéias negativas que parecem surgir na sua mente como se fossem sopradas de fora.

- Procure colocar mais harmonia e amor na sua vida. Se você consegue sintonizar coisas boas, com certeza vai atrair bons Espíritos para o seu lado.

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Retirado do site Árvore do Bem.



Escrito por Vinicius Regis às 17h52
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O que fazem os médiuns?

"Os Espíritos conversam por meio da transmissão do pensamento", explica o professor Wladimir Sanches, autor do livro A influência dos Espíritos no nosso dia-a-dia. Como seres espirituais não precisam de palavras para se comunicar, "cada um deles pode irradiar seu pensamento em diversas direções, sem com isso se dividir", estabelece o Livro dos Espíritos de Allan Kardec.

Os médiuns captam essas ondas-pensamento e as transformam, para que se tornem inteligíveis. Segundo o professor Sanches, as formas mais comuns de mediunidade são a inspiração e a intuição, que, às vezes, aparecem juntas e, então, são chamadas intuições puras. "São elas que nos mantém em contato constante com Espíritos mais evoluídos do que nós, ainda que não nos apercebamos desse tipo de comunicação pela via do pensamento", conclui.

De modo geral, todos nós podemos desenvolver a mediunidade, mas leva tempo e exige bastante disciplina. O treinamento será mais ou menos longo, dependendo da sensibilidade e das influências subconscientes que atuam no médium. Os médiuns trabalham em sessões e nunca cobram pelos seus serviços, para atender ao que talvez seja o maior preceito da doutrina kardecista: "fora da caridade não há salvação".

Conheça a seguir algumas formas de mediunidade:

Escrita semi-automática
O médium trabalha sozinho e recebe o Espírito através da percepção auditiva. Ele anota as mensagens com sua própria caligrafia.

Escrita automática ou psicografia
O médium em transe permite que o Espírito use sua mão para escrever a mensagem. Em geral, isto é feito de uma só vez e as palavras muitas vezes estão todas grudadas umas nas outras até o final. É por meio deste tipo de mediunidade que Francisco Cândido Xavier, ou Chico Xavier, recebeu os mais de 600 livros que psicografou.

Mesas falantes ou girantes
O médium coloca a mão sobre uma prancha com letras e números e se concentra. Sua mão, movida pelo Espírito, se mexe de modo automático, arrumando as letras e números de modo a formar uma mensagem.

Xenoglossia
É a capacidade do médium de falar ou escrever em uma língua que não conhece.

Materialização
Esta é talvez a mais impressionante forma de mediunidade. Do próprio corpo do médium sai uma substância esbranquiçada, chamada ectoplasma, que pode tomar a forma de uma mão, um rosto ou formar uma pessoa inteira. No início do século, vários cientistas se interessaram pelo fenômeno e algumas fotos de experimentos chegam de fato a assustar. Na década de 1930, porém, os grandes médiuns de efeitos físicos praticamente desapareceram e as materializações ficaram cada dia mais raras.

Psicofonia
O médium recebe o Espírito como uma voz que tanto pode ser interior quanto, fraca, mas distinta, vinda do exterior.

Clarividência
Com a ajuda de uma fotografia, por exemplo, o médium consegue se comunicar com o Espírito e transmitir mensagens pela via da intuição.

Passes
São movimentos com as mãos, feitos pelos médiuns, cujo objetivo é ajudar as pessoas que estejam com algum desequilíbrio físico ou mental a se recuperarem. O passe é uma transfusão de energia. Através dele, fluidos vitais são transferidos de uma pessoa para outra. "Quando um Espírito está ajudando, o médium consegue canalizar ou potencializar esta energia", explica Julia Nezu, diretora da União das Sociedades espíritas de São Paulo. Como o passe é o jeito mais comum de realizar a cura, acabou quase confundido com ela. Embora, a rigor, segundo a definição do próprio Kardec, a cura possa ser conseguida também por outros meios, como a oração. "Inicialmente, passe era apenas o nome dado ao gesto (feito) com o objetivo de movimentar "eflúvios". Depois, entendido como atividade de cura, generalizou-se como a própria prática da cura", esclarece Jacob Melo, em seu livro O Passe.

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Retirado do site Árvore do Bem.



Escrito por Vinicius Regis às 10h06
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Qual a diferença entre Espiritualismo e Espiritismo?

Sir Arthur Conan Doyle, o grande escritor inglês e criador do célebre Sherlock Holme escreveu em 1926 uma História do Espiritualismo, que se tornaria clássica. Doyle nasceu em 1859, dois anos após a publicação do Livro dos Espíritos e seu interesse pelos fenômenos espirituais começou depois que seu filho foi morto durante a Primeira Guerra Mundial. Em seu livro, traduzido incorretamente por História do Espiritismo, em português, ele comenta que a polêmica que dividiu as opiniões do século 19 em relação às idéias de Allan Kardec foi resultado da ênfase na possibilidade da alma viver muitas vidas: "a filosofia espírita se distingue (do espiritualismo) por sua crença em nosso progresso espiritual, que é realizado por meio de uma série de reencarnações".

Na época, o método de abordagem dos fenômenos espirituais era estritamente experimental e baseado na observação e análise das manifestações físicas desses fenômenos. Boa parte das críticas feitas a Kardec referiam-se à impossibilidade de comprovar a teoria da reencarnação, que acabava sendo apresentada como um dogma.

A idéia de que a verdade estava ao alcance da disciplina e do método científico embalava as melhores cabeças do final do século passado. Quando a Society for Psychical Research foi fundada, em 1882, para o estudo dos fenômenos "espirituais", por exemplo, pensadores como C.G.Jung e Henry Bergson eram alguns dos nomes notáveis que dela faziam parte.

A rigor, qualquer um que acredite na dimensão espiritual da vida é espiritualista. O que fascinava esses pesquisadores e cientistas era a possibilidade de comprovar a existência desse outro lado, através dos fenômenos físicos extraordinários que eram produzidos pelos médiuns, durante estados anormais de consciência, chamados transes. E apesar de, já no início do século 20, boa parte dessas manifestações terem se revelado fraudes decepcionantes, não dá para negar sua contribuição para muito do que a psicologia e a parapsicologia sabem hoje sobre a alma humana.

A doutrina proposta por Allan Kardec relegava a segundo plano as manifestações materiais e espetaculares, e enfatizava as conseqüências morais e religiosas da comunicação com os espíritos.

Segundo o próprio Kardec: "O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, consiste nas relações que se pode estabelecer com os Espíritos; como filosofia, ele compreende todas as conseqüências que decorrem dessas relações."

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Retirado do site Árvore do Bem.



Escrito por Vinicius Regis às 10h05
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Como chegar a perfeição espiritual?

Os Espíritos não possuem a sabedoria suprema, nem adquirem a perfeição após a morte do corpo físico.

Sendo imortais, somente alcançam a perfeição com o passar do tempo, de forma paulatina, através das sucessivas encarnações, com as quais podem amealhar os dons imperecíveis do trabalho, do estudo e das experiências adquiridas no plano espiritual e material, despojando-se de imperfeições e conquistando virtudes e conhecimentos.

(Manual e Dicionário Básico do Espiritismo O Pirilampo - Maio de 2000)



Escrito por Vinicius Regis às 14h23
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Para Meditar e Sentir....

Os Dez Mandamentos do Jovem Espírita

1º) - Modificar-se interiormente para atender aos princípios de vivência trazidos pelo Evangelho, trazendo a expressão do sorriso constante.

2º) - Estudar incessantemente as obras espíritas, procurando nelas, um aperfeiçoamento para nossa personalidade, para o presente e futuro e participar ativamente da Mocidade Espírita.

3º) - Exemplificar aos outros, com nossos atos e com nosso comportamento, o que aprendemos no Espiritismo.

4º) - Orar e vigiar par não cair em tentação.

5º) - Encarar suas responsabilidades de jovem espírita, com firmeza, obedecendo horários e empenhando-se, mais e mais no estudo vibrante e esclarecedor para servir com a presteza a qualquer hora a quem quer que seja, lembrando três verbos importantes: Trabalhar, Trabalhar, Trabalhar.

6º) - Recordar sempre que o Espiritismo oferece substâncias de conhecimento e consciência do que, se hoje plantamos o mal, só ele colhemos, sabendo-se que ser jovem é a vez de ser o melhor plantando o bem.

7º) - Procurar harmonia em seu próprio lar, pois a paz do mundo começa em sua casa, buscando também desapego as futilidades materiais e sociais.

8º) - Guardar no silêncio das suas orações a imagem de Jesus, abençoando todos os homens do mundo para mais rápida libertação das “virtudes”, que prendem os passos à Espiritualidade maior.

9º) - Ter responsabilidade moral perante o sexo, a vida e às pessoas.

10º) - Refazer-se nas suas energias diárias, materiais e espirituais, para assim nunca sentir que a sua hora na Juventude Espírita já ficou para trás; Hoje Comece, Recomece e Continue no trabalho com Deus. Ele lhe dará força para ser um eterno jovem....

 

(Realização em conjunto pelas Mocidades Espíritas de Barra Bonita, Bocaina, Dois Córregos, Jaú, Mineiros do Tietê e São Manuel integrantes do 22º Depto. de Mocidades, durante o XXI ENJER, de São Manuel, aos 2 de março de 1980).
Viva
Julho e Agosto de 1982

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Retirado do site Universo Espírita.



Escrito por Vinicius Regis às 10h11
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O Suicídio

"A Ciência Espírita ensina que, pelo suicídio sempre se perde o que se queria ganhar. O suicídio é o corolário da covardia moral, que por sua vez é o resultado a que leva a incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro e as idéias materialistas."
Allan Kardec

Afirma ainda o Mestre Lionês:

"(...) Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou lê em que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-as a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa conseqüência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada...
Daí se deve concluir que, se o nada é o único remédio heróico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo.

A propagação das doutrinas materialistas é, pois, o veneno que inocula a idéia do suicídio na maioria dos que se suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Com o Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da Vida. O crente sabe que a existência se prolonga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, a coragem moral.

O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo: apresenta-nos os próprios suicidas a informar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impunemente a Lei de Deus, que proíbe ao homem encurtar a sua Vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazerem refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado.

O suicídio tem sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhes apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a Vida humana, com relação à Eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na Eternidade, e julga que com a Vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

O Espírita tem vários motivos para contrapor à idéia do suicídio: a certeza de uma Vida Futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso, quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra: a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava encontrar; donde a conseqüência de que o suicídio, só lhe trazendo decepções, é contrário aos seus próprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido, pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando os homens forem Espíritas, deixará de haver suicidas conscientes. Comparando-se, então, os resultados que as doutrinas materialistas produzem com os que decorrem da Doutrina Espírita, somente do ponto de vista do suicídio, forçoso será reconhecer que, enquanto a lógica das primeiras a ele conduz, a da outra o evita, fato que a experiência confirma."

Atentemos para a exortação de Santo Agostinho3:

"(...) Até quando os vossos olhares se deterão nos horizontes que a morte limita? Quando, afinal, vossa alma se decidirá a lançar-se para além dos limites de um túmulo? Houvésseis de chorar a Vida inteira, que seria isso, a par da eterna glória e resignação? Buscai consolações para os vossos males no porvir que Deus vos prepara e procurai-lhes a causa no passado. E vós, que mais sofreis, considerai-vos os afortunados da Terra.

(...) Se na maior acerbidade dos vossos sofrimentos, entoardes hinos ao Senhor, o anjo, à vossa cabeceira, com a mão vos apontará o sinal da salvação e o lugar que um dia ocupareis. A fé é o remédio seguro do sofrimento; mostra sempre os Horizontes do Infinito diante dos quais se esvaem os poucos dias brumosos do presente. Não nos pergunteis, portanto, qual o remédio para curar tal úlcera ou tal chaga, para tal tentação ou tal prova. Lembrai-vos de que aquele que crê é forte pelo remédio da fé; e aquele que duvida um instante da sua eficácia é imediatamente punido, porque logo sente as pungitivas angústias da aflição.

O Senhor apôs o Seu selo em todos os que n`Ele crêem. O Cristo vos disse que com a fé se transportam montanhas e eu vos digo que aquele que sofre e tem a fé por amparo, ficará sob a sua égide e não mais sofrerá. Os momentos das mais fortes dores que lhe serão as primeiras notas alegres da Eternidade. Sua Alma se desprenderá de tal maneira do corpo, que, enquanto se estorcer em convulsões, ela planará nas regiões celestes, entoando, com os anjos, hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor.

Ditosos os que sofrem e choram! Alegres estejam suas almas, porque Deus as cumulará de bem-aventuranças."

(Autor: Rogério Coelho)

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Escrito por Vinicius Regis às 10h02
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10 Mandamentos para a Paz na Família

1 - Tenha fé viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si mesmo.

2 - Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor

3 - Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.

4 - Eduque seu filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater.

5 - Participe com sua família da vida comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência.

6 - Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.

7 - Partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm a dizer.

8 - Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo.

9 - Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser.

10 - Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.

(Autor Desconhecido - Informativo Espírita / Agosto de 2000)

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Escrito por Vinicius Regis às 09h56
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O Paralítico e Pedro

Diariamente, iam colocar a porta do templo, um paralítico de nascença, para mendigos. Sucede que Pedro vai ao Templo, e o paralítico lhe pede esmola.

Pedro lhe diz: - irmão, não tenho prata nem ouro, mas se queres, disso eu te dou.

Pois me dá, disse o paralítico. Olha para mim, ordena Pedro. Quando o paralítico firmou os olhos em Pedro, este lhe diz:

Em nome de Jesus o crucificado, levanta-te. No mesmo instante, o paralítico ergueu-se e saiu pulando pelo Templo adentro.

Jesus levou três anos ensinando e exemplificando. Esses ensinos, estão contidos nos evangelhos que podem ser lidos em um dia, encontram-se em contos narrativas e parábolas.

Estes contos narrativas e parábolas, estão construídos de tal forma, que a analogia vai encontrar neles o ensino nos mais variados detalhes, correspondentes as necessidades dos homens através de todos os tempos, e de todos os planos sociais.

O sentimento de um poder superior, é inato no homem. Esse sentimento é tanto maior quanto maior for o desenvolvimento do senso moral.

Deus desde toda a eternidade tem criado, e está criando incessantemente mundo e almas. Assim temos em nosso meio almas adultas e almas infantis.

Os espíritos infantis, muitas vezes indolentes, que ainda não compreenderam o grande valor do trabalho, preferem sempre o mais fácil, dai os expedientes diversos de que se servem, para atingir os fins em vista, explorando muitas vezes os sentimentos piedosos ou religiosos do meio em que vivem.

Para estes, o melhor benefício que lhe podemos fazer, a maior esmola que lhe podemos dar, é ensinando-os a trabalhar, instruindo-os e guiando-os na senda do bem e do cumprimento do dever.

O paralítico que esta a porta do templo, personifica aqueles que exploram os sentimentos piedosos e querem viver a custa dos outros, são os preguiçosos de caráter dúbio.

Pedro lhe diz: irmão não tenho prata nem ouro, que pode ser traduzido, por; se queres dinheiro vai trabalhar, pois só o dinheiro que vem do trabalho é realmente proveitoso.

Mas se queres, disso que tenho, te dou. Pois me dá: disse o paralítico. Pedro manda: olha para mim.

Quando olhamos para Pedro, o que é que vemos? Vemos que Pedro mudou de vida; deixou de trabalhar sobre as ondas, onde não há estabilidade, onde a morte o espreitava constantemente através dos vendavais, para vir trabalhar na terra firme, deixou a inconstância dos interesses materiais e limitados, para cuidar dos interesses espirituais, deixou de ser pescador de peixes, para ser pescador de homens.

Foi nessa mudança de vida, que Pedro se sublimou, foi nessa mudança de vida que Pedro adquiriu as condições precisas para lhe serem conferidos os dons que era portador: dons mais preciosos que a prata e o ouro. Esses dons foram-lhe conferidos depois que se renunciou a si mesmo, para se identificar com os ensinos de Jesus, pondo-os em prática.

Na prática dos ensinos de Jesus é que se encontram os poderes de erguer paralíticos.

Só deixaremos de ser paralíticos depois que renunciarmos  as convenções que originam privilégios e primazias, que decretam dogmas ritos e formalidades.

Só deixaremos de se paralíticos, quando nos colocarmos acima das coisas perecíveis, e procurarmos adquirir os conhecimentos da vida eterna quando não mendigarmos os favores terrenos, ocupando-nos das coisas terrenas, tão somente indispensável para vem cumprirmos com os nossos deveres.

Não basta ficar na porta do templo, é preciso entrar dentro, não basta querermos , é preciso agirmos.

O espiritismo é a porta do templo, onde pontifica o caminho, a verdade e a vida.

Sigamo-lo.

(Autor e Local da Publicação Não Anotados)

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Escrito por Vinicius Regis às 09h53
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